sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Traficante mais procurado do Rio é preso durante fuga de favela da Rocinha veja o videio
Entre 80 e 100 policiais do Batalhão de Choque mantêm o cerco policial na Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, na manhã desta sexta-feira (11). Eles fazem blitz em pelo menos cinco pontos da comunidade, incluindo também a Favela do Vidigal.
sábado, 5 de novembro de 2011
Scheila Carvalho passa por cirurgia em São Paulo
Scheila Carvalho está vivendo uma boa fase. Após perder dois quilos e mudar o visual
“Faria tudo de novo porque me orgulho até hoje de ter sido a morena do Tchan! Sou muito grata a tudo que me aconteceu e tudo que eu conquistei com a dança, com o grupo É O Tchan”, diz ela a OFuxico.
Zezé se irrita com rumores de separação de Zilu
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O cantor julgou como maldosos os comentários
Especula-se que o casal estaria separado, motivo pelo qual a mãe de Wanessa está em Miami, e ao menos retornou ao Brasil para amparar o marido em meio a possibilidade de separação da dupla.
"Isso só diz respeito a mim, à minha mulher e à minha família. Não queremos entrar neste assunto, nem misturar as bolas. Quem o fez, mais uma vez, foi muito maldoso com a gente", disse ele.
Zezé e Zilu são casados há 28 anos.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Tropas americanas deixam o Iraque totalmente até fim do ano, diz Obama
Segundo Obama, a volta das tropas vai ocorrer "como prometido" por ele.
"Depois de quase nove anos, a guerra dos EUA no Iraque vai terminar", disse em declaração na Casa Branca.
O presidente dos EUA, Barack Obama, fala nesta sexta-feira (21) na Casa Branca sobre a retirada de tropas americanas do Iraque (Foto: AP)
Obama afirmou que, a partir de agora, a relação entre EUA e Iraque vai ser "normal", baseada no respeito.
Devem deixar o Iraque até o fim do ano os 39 mil soldados americanos que restam no Iraque, pondo fim a uma invasão iniciada pelo antecessor de Obama, o republicano George W. Bush, em março de 2003.
Obama fez o anúncio em declaração na Casa Branca, após videoconferência com o premiê do Iraque, Nuri al-Maliki, e após o fracasso das negociações entre as duas partes para chegar a um acordo sobre a manutenção de um pequeno número de tropas no Iraque depois do final de ano.
"Os pontos de vista dos dois líderes eram idênticos a respeito da necessidade de iniciar uma nova fase das relações estratégicas, depois de concluída a retirada (das tropas americanas) em uma data precisa no final do ano", afirmou Maliki, segundo uma declaração divulgada por seu gabinete.
A data da retirada das tropas já havia sido decidida em 2008 por ambos os países, mas Bagdá se recusava a conceder imunidade legal para o pequeno contingente de soldados americanos que permaneceria no país para ajudar a treinar as forças iraquianas e contrabalançar a influência do Irã.
Esse ponto era "um obstáculo maior" nas negociações, reconheceu na segunda-feira um alto funcionário do Pentágono.
O líder radical xiita iraquiano Moqtada al-Sadr considerou aceitável na quarta-feira que os instrutores militares americanos permaneçam no Iraque depois do final do ano sob a condição de que as tropas americanas se retirem completamente e que Washington pague uma "indenização" ao país.
O anúncio de Obama foi feito no dia seguinte à "desativação" da divisão norte do aparato americano no Iraque, centro do conflito entre as autoridades centrais do país e as da região autônoma do Curdistão.
Esse conflito é apresentado com frequência por Washington como um dos principais riscos para a estabilidade do Iraque a longo prazo, por causa da influência do Irã nessa região, também de maioria xiita.
Os Estados Unidos ainda contam com 18 bases no país, e Obama anunciou que havia convidado Maliki a visitar a Casa Branca em dezembro, quando ambas as partes voltam a manter relações normais entre duas nações soberanas.
Obama lembrou que fez campanha em 2008 contra a intervenção de seu país no Iraque. Depois, enviou dezenas de milhares de tropas como reforço ao Afeganistão, parte das quais se preparam para deixar o país na transferência das tarefas de segurança para as forças afegãs.
"Os Estados Unidos estão em uma posição de força. A longa guerra no Iraque chegará ao seu fim no final deste ano. A transição no Afeganistão está avançando e nossas tropas finalmente estão voltando para casa", disse Obama.
"Apoio plenamente o presidente" disse o líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, depois do anúncio do presidente. Referindo-se também a uma eventual ameaça de Teerã, Reid afirmou que os iranianos "deveriam saber que a primavera que atingiu essa região do mundo está a ponto de antingi-los também".
Soldados americanos durante operação em Istaqlal, norte de Bagdá, em 8 de agosto